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O épico histórico ” A Odisseia”, de Christopher Nolan, passou a ser o filme com maior receita de bilheteira de sempre para a IMAX, com 346,4 milhões de dólares, até ao momento, sendo também o único filme exibido nestes formatos a ultrapassar os 300 milhões de dólares em receita de bilheteira a nível mundial.

A mais recente produção da Universal Pictures consolidou a posição de destaque entre os maiores êxitos comerciais do ano ao ultrapassar a barreira dos mil milhões de dólares em apenas um mês, impulsionado por uma adesão sem precedentes às salas com formatos especiais.

Até ao momento, a adaptação do clássico grego de Homero soma 1,290 milhões de dólares em receita bruta mundial, sendo o segundo filme com melhor desempenho comercial em 2026, atrás de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” que segue embalado na frente com 2,022 milhões de dólares.

No fim de semana de estreia, “A Odisseia” arrecadara 263,8 milhões de dólares globalmente, fixando o melhor arranque na carreira do realizador britânico.

Também nos ecrãs da América do Norte se registaram máximos históricos. “A Odisseia” alcançou o valor de abertura mais elevado de 2026 para uma longa-metragem em imagem real e tornou-se, simultaneamente, o lançamento de maior rentabilidade no catálogo do estúdio para filmes com classificação etária para maiores de 16 anos.

Ao longo das primeiras quatro semanas nas salas, “A Odisseia” revelou um comportamento sólido, com quebras de receitas ligeiras, sinal do impacto do passa-a-palavra junto do público.

A manutenção das receitas semanais e a estreia em praças asiáticas determinantes, como a China, o Japão e a Coreia do Sul, permitiram ao filme atravessar a fasquia do milhar de milhão de dólares ultrapassando os 957 milhões de dólares do anterior fenómeno de bilheteira de Nolan, “Oppenheimer”, estreado em 2023.

Rodada integralmente em película com câmaras IMAX, “A Odisseia” permitiu à IMAX Corporation registar julho como o mês mais lucrativo em mais de meio século de atividade. As projeções em ecrãs gigantes corresponderam a mais de 24% da receita global total da adaptação da obra de Homero. Em determinados períodos do percurso comercial nos Estados Unidos, essa quota chegou a atingir os 43%.

A procura revelou-se igualmente expressiva no nicho de projeção em película de 70 milímetros. A escassa rede de 41 salas no planeta aptas a exibir esta versão esgotou bilhetes com semanas de antecedência, acumulando 27,6 milhões de dólares e médias extraordinárias por ecrã.

Com “A Odisseia”, Christopher Nolan reitera o seu estatuto singular no panorama cinematográfico atual ao converter um épico grego num fenómeno de audiências à escala planetária.

  • CINEMAX - RTP
  • 17 de Agosto de 2026, 11:00

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