Memórias de um actor versátil
Actor de títulos tão populares como "Bom-Dia, Vietname", "O Clube dos Poetas Mortos" ou "Aladino" (neste caso, apenas através da voz), Robin Williams marcou quatro décadas da história de Hollywood.
Face à notícia brusca da morte de Robin Williams, o mínimo que podemos dizer é que, desde finais da década de 1970, ele deixou na produção cinematográfica americana uma impressionante diversidade — da comédia mais delirante ao puro drama, passando pelos desenhos animados, Williams cumpriu uma carreira, cheia de altos e baixos, é certo, mas marcada por uma espantosa versatilidade.
Por vezes, a trajectória de Williams pareceu ilustrar uma ânsia de afirmação que o levou, afinal, a aceitar projectos francamente menores. O certo é que, mesmo com títulos dispensáveis — incluindo alguns monumentais falhanços comerciais, como "Toys – Fabricante de Sonhos" (2002), de Barry Levinson —, deixou uma colecção de composições que foram da recriação carnal do desenho animado, em "Popeye" (1980), de Robert Altman, até à personagem do Presidente Dwight Eisenhower, em "O Mordomo" (2013), de Lee Daniels.
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