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A competição La Cinef, dedicada a filmes de escola do mundo inteiro e novas vozes do cinema independente conta com um filme português, “Onde Nascem os Pirilampos”, realizado por Clara Vieira, com argumento de Helen Barrocas e produzido por Matilde “Jordão” Lima, da Escola Superior de Teatro e Cinema. A curta-metragem é distribuída pela Portugal Film – Agência Internacional de Cinema Português.

É a quarta vez em duas décadas que Portugal é representado na La Cinef (anteriormente Cinéfondation) e a quarta vez na história da competição que uma produção inteiramente portuguesa é selecionada, depois de António Ferreira com a curta luso-alemã “Respirar (Debaixo d’Água)”; do filme “A Viagem”, de Simão Cayatte, realizado no âmbito dos seus estudos nos EUA, das seleções de “Corte”, de Afonso e Bernardo Rapazote, em 2020, “Mistida”, de Falcão Nhaga, em 2022 e “O Pássaro de Dentro”, de Laura Anahory, em 2025.

Em “Onde Nascem os Pirilampos”, um grupo de adolescentes reúne-se para acampar. Enquanto dois deles tentam definir a sua relação amorosa, são surpreendidos por um enxame de pirilampos que os guia até ao interior da floresta.

Para a realizadora, de 22 anos, o conceito do filme nasceu da dificuldade de nos definirmos numa era em que o futuro se apresenta incerto. O filme articula autoconhecimento, espiritualidade, ansiedade climática e descoberta do desejo através de uma presença mística numa floresta de magia “man-made”.

  • CINEMAX - RTP
  • 21 Abr 2026 18:09

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